Texto por Eduardo Cangussu
“Os dias correm somem e com o tempo não vão voltar, só há uma chance pra viver...”
“Os dias correm somem e com o tempo não vão voltar, só há uma chance pra viver...”
Como o tempo passou rápido, meus amigos, tantas graças Deus pode realizar através de nós durante esses cinco anos de DDD, tantos amigos ganhamos; muitos mais que amigos, anjos de Deus. Entretanto, isso só pôde ser realizado porque cada um de nós deu seu sim a Ele. É, faz tempo, não? Ou parece que foi ontem? Lembra-se do dia em que você se entregou por inteiro nos braços do Senhor? Do tempo em que você andava perdido, mas Deus te resgatou e te trouxe pra perto d’Ele dizendo: “Vem meu filho, Eu te escolhi.” Lembra?
“O Seu amor, o nosso amor me faz pensar
É tão fácil lembrar, com a memória é muito simples
Difícil é esquecer quando se tem amor
E você tornou-se impossível de esquecer. ”
Às vezes nós insistimos em esquecer. Domingo 16/10, o céu estava muito nublado, com muitas nuvens carregadas e aqui na terra caía uma chuva fina, mas uma chuva que parecia não ter fim. Logo no dia em que comemoraríamos os cinco anos do DDD. Tanto esforço pra nada? Não teríamos o show, as nossas barraquinhas? Esperávamos ansiosos, a volta do sol, assim como esperamos a Sua volta Senhor. Então, em meio a toda situação, atitudes começaram a aparecer, mas antes me deixe contar uma história...
Havia dois fazendeiros que esperavam a chuva para poder cultivar as suas plantações. Um deles foi até o campo e preparou a terra para receber a chuva enquanto o outro apenas contava os dias para a chuva chegar. Para qual deles você acha que Deus mandou a chuva?
Deus mandará todas as graças a nós, mas para isso precisamos preparar a nossa vida para poder recebê-las. A chuva havia cessado, mais uma de muitas vezes de toda a tarde de domingo. Então em meio a todas as nossas dúvidas, nosso racional já preparava um plano B caso a chuva voltasse. Começamos então a preparar o nosso campo, colocando mesas e cadeiras, arrumando o palco e toda a estrutura para o show e não demorou muito para a graça acontecer. Eis que surge o sol, o Senhor veio dar a nossa luz e nossa certeza que tudo daria certo no final. Tu és maravilhoso, meu Deus. Nós Te louvamos e bendizemos.
“As minhas mãos eu quero levantar, e em louvor Te adorar...”
Chegamos ao final do dia, graças a Deus conseguimos fazer tudo que planejávamos. Foram um sucesso as barraquinhas, o louvor, a alegria, o show com o ministério de música do Jebuc (diga-se de passagem, tocam e cantam muito), quando eles tocavam uma canção, na qual eles pediam que olhássemos para o céu e enxergássemos Deus. É impossível não Te ver e não Te sentir Senhor. Quando voltamos para o alto, nos deparamos com um céu cheio de estrelas. Deixe-me lembrar do dia; era de chuva e haviam muitas nuvens carregadas e mesmo com momentos de ausência da chuva o clima não proporcionava a presença de estrelas no céu. Nessa altura do campeonato nem ligávamos mais para previsão e tempo bem definido, sabíamos que estávamos na presença do Senhor. Penso que as estrelas somos nós. Elas sempre estiveram lá, porém as nuvens carregadas, nossas tribulações, escondiam nosso brilho. Então, eis que surge o sol, nosso bom Deus, que abre o céu para que toda a graça seja louvada, permitindo que nosso brilho fosse mostrado ao mundo.
"A esperança sempre estará viva, portanto nunca iremos desistir..."
"A esperança sempre estará viva, portanto nunca iremos desistir..."
“A estes quis Deus dar a conhecer a riqueza e glória deste mistério entre os gentios: Cristo em vós, esperança da glória! A ele é que anunciamos, admoestando todos os homens e instruindo-os em toda a sabedoria, para tornar todo homem perfeito em Cristo. Eis a finalidade do meu trabalho, a razão por que luto auxiliado por sua força que atua poderosamente em mim.”(Col 1, 27-29)
Parabéns, Du. Texto massa!
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