"Disse-lhe mais: Certo homem tinha dois filhos. O mais moço deles disse
ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os
seus haveres. Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo,
partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo
dissolutamente. E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma
grande fome, e começou a passar necessidades. Então foi encontrar-se a
um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a
apascentar porcos. E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os
porcos comiam; e ninguém lhe dava nada. Caindo, porém, em si, disse:
Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de
fome! Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei
contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho;
trata-me como um dos teus empregados. Levantou-se, pois, e foi para seu
pai. Estando ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e,
correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. Disse-lhe o filho: Pai,
pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu
filho."
Lucas (15:11-21)
Lucas (15:11-21)
pero q si, pero q no.
ResponderExcluir